A ARM revelou seus núcleos de processadores da próxima geração ARMv9: o Cortex-X3 e o A715. A versão A510 também foi ligeiramente refinada. O novo design permitirá maior desempenho, eficiência e novas configurações mais poderosas.

Segundo a ARM, o Cortex-X3 teve crescimento de dois dígitos do IPC, ou seja, quanto a CPU pode fazer em uma velocidade de clock definida. O novo núcleo deve oferecer um desempenho 25% maior (a média mostrada no Geekbench 5 e em dois testes SPECint) comparado com os melhores chipsets Android atuais, que usam o Cortex-X2. Quanto aos designs ARM para Windows, as melhorias devem ser de 34%.

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Já o núcleo Cortex-A715 completa a transição da ARM para descontinuar processadores de 32 bits para celulares. Com isso, engenheiros da companhia conseguiram diminuir em 4 vezes o hardware do decodificador. 

O A715 é 20% mais eficiente em termos de consumo de energia do que o modelo A710 com o mesmo desempenho. O núcleo também oferece desempenho 5% melhor com o mesmo uso de energia que o 710.

A ARM também refinou o Cortex-A510 para torná-lo 5% mais eficiente em termos de consumo de energia, em comparação com a versão de 2021.

Em termos dos chipsets em si, a reformulação da ARM de seu sistema de Unidade Compartilhada DynamIQ vai permitir processadores de até 12 núcleos e 16 MB de cache L3. Sendo assim, os designs mais poderosos para chips contarão com 8 Cortex-X3 e 4 Cortex-A715.

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Com o Cortex-X3 e o Cortex-A715, designs do tipo 1+3+4 dos chips topo de linha atuais ainda serão possíveis, assim como 1+4+4 e 2+2+4. Isso vai permitir que os clientes da ARM; como a Qualcomm, Samsung e MediaTek; projetem chips que se ajustem ao desempenho e potência pretendidos.

Via GSM Arena

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