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O Congresso dos Estados Unidos aprovou o projeto de lei CHIPS, que incentiva o aumento da produção de semicondutores no país. O setor bastante penalizado durante a pandemia. No entanto, além disso, a regra também inclui a extensão de funcionamento da Estação Espacial Internacional (ISS) por mais seis anos, até 2030.
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Para que a lei entre em vigor, falta apenas a assinatura do presidente Joe Biden. É bem verdade esse é o ano limite para a ISS. Segundo a própria NASA, o tempo de uso da estação é até 2030 e após isso ela deve ser aposentada por completo e deixar de orbitar a Terra, despencando lentamente e queimando na atmosfera.
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O administrador da NASA, Bill Nelson, declarou, em um comunicado, que está satisfeito com a decisão do congresso, principalmente depois de um hiato de cinco anos sem qualquer autorização fornecida para a agência espacial. Ele ainda destacou que essa medida estimula o “avanço de descobertas científicas, a aviação sustentável, o enfrentamento das mudanças climáticas e muito mais”.
Operações da ISS ainda são incertas
Entretanto, somente a decisão do Congresso dos EUA não basta para que a ISS continue suas atividades até 2030. A decisão final depende dos outros países que integram o consórcio da estação espacial e também precisam concordar com a extensão do prazo.
Um desses integrantes é a Roscosmos, a agência espacial federal russa, que parece não corroborar da decisão, principalmente após o anúncio realizado recentemente de que a agência pretende deixar de usar o complexo espacial em 2028, mesmo ano em que o país quer ter sua própria estação.
De acordo com a agência de notícias Reuters, a chefe de operações da NASA, Kathy Lueders, foi informada pelos russos que o país gostaria de manter astronautas na ISS até que sua própria estação esteja pronta. Lueders explicou que até o momento não há nenhum sinal de que o trabalho conjunto das duas agências na ISS será interrompido.
“A ISS é uma parceria internacional que foi criada com dependências conjuntas, o que a torna um programa incrível. É um lugar onde vivemos e operamos no espaço, de forma pacífica”, disse ela. “E eu realmente sinto que esta é uma boa mensagem para nós, que estamos operando pacificamente e seguros agora e seguindo em frente. Se a parceria se rompesse [devido às tensões geopolíticas], seria muito triste”.
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