Segundo a Snap Inc, após o lançamento do Snapchat+ em junho, a controladora do aplicativo e rede social Snapchat alcançou 1 milhão de assinantes para sua assinatura no serviço premium da empresa.

Outras organizações de redes sociais como o Snap, Twitter e Meta Platforms, que consegue grande parte da receita com venda de publicidade digital, estão com problemas no mercado de anúncios, pois essa rede está muito fraca por causa da inflação recorde, fazendo com que as marcas reinem em seus gastos com marketing.

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Em julho de 2022, as ações do Snap diminuíram cerca de 25% depois do pequeno resultado no segundo trimestre, já que eles sofreram com uma pouca demanda de publicidade.

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Evan Spiegel, presidente-executivo, informou que a empresa trabalhará para acelerar o crescimento da receita, em parte por meio de novas fontes de receita.

Atualmente, o Snapchat+ custa US$ 3,99 por mês nos Estados Unidos e possibilita o acesso a 11 recursos exclusivos que ainda não estão disponíveis para todos os usuários. 

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Além disso, o Snapchat anunciou mais quatro novos recursos que incluem novos designs de ícones de aplicativos e a capacidade de os assinantes terem suas mensagens mais visíveis para celebridades no Snapchat. 

Snapchat
Imagem: Ink Drop/Shutterstock

Quem é assinante do Snapchat+ também pode usar o aplicativo em desktops. De acordo com o Snapchat, esse recurso de assinatura paga agora está se expandindo para mais países, incluindo Arábia Saudita, Índia e Egito, para um total de 25 mercados.

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Anteriormente, o Twitter também lançou um produto de assinatura de US$ 4,99 por mês chamado Twitter Blue. Por outro lado, o Facebook e Instagram não oferecem assinaturas pagas até o momento.

Via: Reuters

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