Alguns colaboradores da Amazon que trabalham em um armazém em Coventry, no centro da Inglaterra, afirmaram que podem entrar em greve por causa dos salários, na mais recente disputa trabalhista envolvendo trabalhadores britânicos da Amazon.

De acordo com o sindicato GMB, mais de 300 funcionários votaram em uma votação consultiva, onde 97% disseram estar prontos para a greve, antes de uma possível votação formal sobre a realização de uma greve.

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Amanda Gearing, organizadora sênior do GMB, comentou: “Os trabalhadores da Amazon estão furiosos e estão prontos para sair. Eles estão recebendo 35 centavos por hora durante a pior crise de custo de vida em uma geração – e isso é de uma empresa que vale mais de 1 trilhão (libras)”.

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Por outro lado, a Amazon, que possui cerca de 70 mil colaboradores no Reino Unido, informou que seu salário inicial aumentou para um mínimo de 10,50 a 11,45 libras (US$ 12 a US$ 13) por hora, um crescimento de 29% no salário mínimo por hora para os associados da Amazon desde 2018.

Em um comunicado, um representante da Amazon no Reino Unido relatou que os trabalhadores também recebem um pacote de benefícios no valor de “milhares de libras anualmente.”

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Esse crescimento no custo de vida causou diversas agitações industriais em todos os setores da Grã-Bretanha, da mesma forma que a inflação crescente supera os aumentos salariais.

É importante lembrar que, no mês passado, centenas de funcionários da Amazon em um armazém em Tilbury, no sudeste da Inglaterra, saíram em protesto contra o pagamento, devido a um aumento salarial de 35% por hora, menos do que o aumento de 2 libras buscado pelo GMB.

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Via: Reuters

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