A ex-funcionária de uma empresa de estética em Patos de Minas vai receber indenização de R$ 6 mil por danos morais após ter conversas particulares do WhatsApp divulgadas em uma reunião corporativa.

De acordo com informações divulgadas pelo Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais (TRT-MG), após o desligamento, a mulher acabou esquecendo de deslogar a conta do WhatsApp Web do PC empresarial.

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Um dos sócios da empresa acessou o aplicativo e viu as conversas privadas da mulher, uma delas mencionava sobre um possível romance extraconjugal entre ele e uma outra funcionária.

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Em depoimento, uma colega de trabalho disse que, assim que tomou conhecimento da situação, o empresário convocou uma reunião. Na ocasião, ele esclareceu os fatos e ainda chamou a antiga funcionária de “falsa e incompetente”. Inclusive, testemunhas relataram a exposição de prints do bate-papo privado da ex-funcionária aos demais colaboradores.

A Justiça condenou a empresa de estética 1ª instância. O estabelecimento entrou com recurso, mas o juiz relator manteve a decisão por entender que houve invasão da intimidade e privacidade da trabalhadora.

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“Ainda que fossem reprováveis as fofocas propagadas, as conversas particulares jamais poderiam ter sido divulgadas a terceiros, sobretudo da forma grosseira e explosiva como ocorreu. Toda a situação poderia ter sido conduzida de modo mais discreto e respeitoso”, apontou o relator.

Parlamentar russo quer proibir WhatsApp para funcionários públicos

O político russo Anton Gorelkin fez um pedido às instituições estatais do país para que deixem de usar o WhatsApp. Ele é o vice-chefe do comitê da política de informação do parlamento da Rússia.

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“Acho que é necessário proibir completamente o uso do WhatsApp para fins oficiais pelos funcionários estaduais e municipais russos”, escreveu Gorelkin. “Se é uma alternativa russa ou de Dubai, não importa. O importante é que não faça parte de uma empresa que participa abertamente da guerra de informação contra o nosso país e está incluída na lista de organizações terroristas e extremistas”, acrescentou.

Em março deste ano, a Meta, detentora do WhatsApp, foi declarada culpada de “atividades extremistas” na Rússia e foi adicionada à lista de “organizações terroristas e extremistas”. Antes disso, o Facebook e o Instagram, outros aplicativos da empresa, já haviam sido bloqueados no país, com o argumento de serem recursos “pró-Ucrânia”.

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