A morte do Pelé foi causada por quatro condições de saúde diferentes, de acordo com a certidão de óbito emitida nesta sexta-feira (30) pelos médicos Juliana Cardoso Zogheib e Cesar Martins da Costa. O Rei do Futebol estava há um mês internado no Hospital Albert Einstein e veio a óbito às 15h27 do dia 29 de dezembro.

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Pelé: causas da morte

Segundo o documento, Pelé morreu em decorrência de adenocarcinoma de cólon, broncopneumonia, insuficiência renal e insuficiência cardíaca. Veja os detalhes de cada uma dessas condições de saúde a seguir.

Adenocarcinoma de cólon é um tipo de câncer que ocorre nas células glandulares – a palavra “adeno” significa glândula e “carcinoma” descreve um câncer epitelial. No caso de Pelé, este tumor teve origem no cólon, a parte central do intestino grosso.

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Broncopneumonia é uma inflamação causada por vírus, fungo ou bactéria nas estruturas internas dos pulmões, como os brônquios e os alvéolos. Geralmente, essa inflamação atinge diversos pedacinhos do pulmão ao mesmo tempo até que, por fim, toma o órgão por inteiro.

Insuficiência renal ocorre quando os rins perdem a capacidade de efetuar suas funções básicas – como regular a água do organismo, eliminar toxinas e medicamentos, liberar hormônios e outros elementos no sangue. Essa condição pode ser de dois tipos: aguda (quando ocorre de maneira rápida) ou crônica (quando ocorre de maneira lenta).

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Insuficiência cardíaca acontece quando o coração não consegue mais atuar como bomba. Ela pode prejudicar tanto o momento de contração, quanto o de relaxamento do órgão. Esse distúrbio pode causar redução do fluxo sanguíneo, congestão de sangue nas veias e nos pulmões, e, ainda, outras alterações que podem debilitar ou enrijecer ainda mais o coração.

Fontes: Tua Saúde, Revista Crescer, Rede D’Or, Ministério da Saúde, Manual MSD e Agência Brasil.

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