No início deste ano, o Olhar Digital noticiou um estudo que descreve a descoberta de diversas amostras de compostos biológicos em um meteorito vindo de Marte que caiu no Marrocos em 2011. Esses elementos podem ajudar os cientistas a descobrir se já existiu vida no Planeta Vermelho, além de entender a história geológica da própria Terra. 

Diversas missões robóticas já foram enviadas para o nosso vizinho mais cobiçado, a maioria delas dedicada a desvendar esse mistério: afinal, Marte já abrigou vida em algum momento de sua existência? Se sim, será que ainda existe algum organismo vivo por lá? Mais do que isso: será possível que algum organismo terrestre se adapte às condições atualmente mortais daquele mundo?

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Para responder a essas e outras questões a respeito da capacidade marciana de sustentar a vida, o Programa Olhar Espacial desta sexta-feira (31) recebe Raquel Farias, biotecnóloga graduada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), doutoranda em Astrobiologia pela Universidade de São Paulo (USP).

Raquel Farias, biotecnóloga e doutoranda em Astrobiologia, é a convidada desta sexta-feira (31) do Programa Olhar Espacial. Imagem: Arquivo pessoal

Ela foi selecionada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), fundação vinculada ao Ministério da Educação, para ir para os EUA, onde vai realizar parte de sua pesquisa no Centro de Pesquisa Ames, da NASA.

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Raquel trabalha com Astrobiologia desde a graduação, estudando a influência de características orbitais e atmosféricas na temperatura de exoplanetas, tema de sua monografia. 

No doutorado, estuda a fixação de carbono por Chlamydomonas nivalis em condições marcianas simuladas, ou seja, analisa a capacidade fixativa de carbono por essa microalga quando submetida a estresses ambientais similares aos de Marte, como dessecação, radiação UV, pressão baixa, baixas temperaturas e atmosfera composta por 96% de CO2.

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Apresentado por Marcelo Zurita, presidente da Associação Paraibana de Astronomia — APA; membro da SAB — Sociedade Astronômica Brasileira; diretor técnico da BRAMON — Rede Brasileira de Observação de Meteoros — e coordenador regional (Nordeste) do Asteroid Day Brasil, o programa é transmitido ao vivo, todas às sextas-feiras, às 21h (horário de Brasília), pelos canais oficiais do veículo no YouTubeFacebookInstagramTwitterLinkedIn, TikTok e Telegram, além do canal por assinatura Markket (611-Vivo, 56 -Sky e 692-ClaroTV).

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