Um grande time de pesquisadores médicos afiliados a várias instituições nos Estados Unidos relata que a alteração genética do genoma de porcos pode reduzir a chance de rejeição de seus órgãos quando transplantados para primatas.

Neste novo esforço, a equipe de pesquisa testou nova abordagem: alterar o genoma do animal doador para que seus órgãos sejam menos propensos a serem rejeitados. Os pesquisadores editaram 69 genes do porco, três deles envolvidos na produção de moléculas relacionadas à rejeição e 59 relacionados ao DNA retroviral que se tornou inserido no genoma do porco há muitas gerações.

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Os sete restantes envolveram a adição de genes humanos conhecidos por promover o crescimento saudável do órgão, como prevenir coagulação sanguínea inadequada, conforme o Medical Xpress.

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  • Os porcos foram permitidos a crescer até a maturidade e, então, rins de 15 deles foram colhidos e transplantados em macacos;
  • Testes mostraram que os órgãos funcionaram tão bem quanto órgãos nativos;
  • Dos macacos que receberam os rins dos porcos geneticamente alterados, nove viveram mais de dois meses, cinco viveram mais de um ano e um sobreviveu por dois anos.

A equipe de pesquisa sugere que estão no caminho certo, mas mais testes são necessários. No entanto, eles estão confiantes de que sua abordagem um dia levará a um método para transplantes seguros de órgãos de animais para humanos.

Câncer de intestino: descoberta pode auxiliar no tratamento da doença

Um estudo do Instituto de Pesquisa do Câncer Olivia Newton-John, da Universidade La Trobe, na Austrália, descobriu que a recuperação de pacientes com câncer de intestino está associada à eficácia de um grupo de células imunológicas presentes nos intestino grosso: as células T gama delta.

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