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O WhatsApp vai liberar, nos próximos meses, a integração com aplicativos de mensagens de terceiros na Europa. A mudança, confirmada pela Meta nesta sexta-feira (14), atende a uma exigência do Digital Markets Act (DMA), lei europeia que obriga plataformas dominantes a abrir espaço para concorrentes.
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Nesse primeiro momento, dois aplicativos – BirdyChat e Haiket – serão os compatíveis. A novidade vale apenas para usuários com números registrados em países cobertos pelo DMA e depende de ativação manual dentro do próprio WhatsApp. Segundo a Meta, o recurso chega de forma gradual para iOS (iPhone) e Android.
WhatsApp libera conversas com aplicativos de terceiros na Europa
A integração permitirá que usuários do WhatsApp troquem mensagens, fotos, vídeos, áudios e arquivos com pessoas que usam outros aplicativos de mensagens.

Assim que o recurso for liberado, uma notificação aparecerá na aba de configurações explicando como ativar a função. Por enquanto, essa ponta não vai valer para desktops, tablets nem para o WhatsApp Web.
A Meta explica que esse tipo de conversa é opcional e pode ser desligado quando o usuário quiser. Também será possível escolher como organizar as mensagens: numa pasta separada, dedicada apenas às conversas com aplicativos de outras empresas, ou misturadas com as conversas “tradicionais” do WhatsApp.
A criação de grupos com pessoas que usam outros aplicativos ainda não estará disponível no lançamento, mas deve ser liberada quando BirdyChat, Haiket e futuros parceiros tiverem suporte completo. A empresa afirma que notificará usuários sempre que um novo aplicativo compatível entrar na lista.
Exigência do DMA e proteção com criptografia de ponta a ponta
A mudança é resultado direto do DMA, lei europeia criada para limitar práticas de plataformas consideradas “gatekeepers” e aumentar a competição no mercado digital.

Entre as exigências, está a obrigação de permitir que aplicativos de mensagem dominantes – como o WhatsApp – funcionem com serviços concorrentes que decidirem integrar suas tecnologias.
Segundo a Meta, todas as conversas com aplicativos de terceiros deverão usar o mesmo nível de criptografia de ponta a ponta (E2EE) do WhatsApp.
Na prática, isso significa que só remetente e destinatário podem acessar o conteúdo, sem que a empresa veja as mensagens. Os parceiros precisam cumprir esse padrão para participar da integração.
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A empresa também alerta que aplicativos externos “podem tratar seus dados de maneira diferente”, e, por isso, prepara avisos claros durante a ativação do recurso.
A Meta diz trabalhar há mais de três anos com reguladores europeus e com os próprios concorrentes para construir uma solução que cumpra o DMA sem abrir mão de segurança e privacidade.