Carros e Tecnologia

Casa do futuro

Casa do futuro saberá quando você está de ressaca

Rodrigo Loureiro, editado por Marcelo Gripa 11/03/2016 10h03
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A tecnologia parece não ver limites para evoluir de modo que possa trazer mais conforto para nossas vidas. Agora, a startup norte-americana Brain of Things está trabalhando no desenvolvimento de casas com instrumentos robóticos que poderão saber até quando seus moradores estão de ressaca para proporcionar a eles o melhor ambiente possível.

Em construção na Califórnia, os apartamentos são equipados com 20 sensores capazes de ler e memorizar hábitos e preferências dos residentes. Os dados são coletados e armazenados em servidores para serem usados na elaboração de algoritmos específicos para cada residência.

Por exemplo, dependendo do horário que os ocupantes acordem durante a semana, a casa já programa a abertura das cortinas automaticamente. No domingo e após noites de festa, a casa pode atrasar a abertura das cortinas para deixar os moradores dormirem um pouco mais e amenizar a ressaca.

Além disso, se algum morador precisa ir até o banheiro ou à cozinha no meio da noite, os instrumentos o guiam com luzes de intensidade reduzida para não “cegá-los” com claridade e nem acordar os outros ocupantes.

Outras funções dos lares do futuro são: controle da temperatura ambiente de acordo com as preferências dos usuários, central de entretenimento para a reprodução de mídias por controle de voz e até controle dos banheiros para descarga automática. Há também um sistema para monitorar e dar comida para animais de estimação.

Para manter a tecnologia, os gastos com o aluguel mensal são encarecidos em US$ 125, sendo que US$ 30 são para instalação e manutenção dos equipamentos. 

Privacidade

Para os mais críticos em relação ao questionamento da privacidade e do controle das vidas de humanos por máquinas, o presidente da startup afirmou que o público-alvo da empresa são pessoas que realmente precisam da inovação tecnológica, como idosos e pessoas com necessidades especiais.

Além disso, Saxena aposta que no futuro as pessoas irão se sentir confortáveis com a comodidade e “poderão pensar que eram realmente estúpidas por precisarem levantar da cama para acender ou apagar uma luz".

Via Technology Review

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