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WhatsApp admite cobrar a mais por chamadas de voz

Marcelo Gripa 26/02/2014 11h20
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O WhatsApp anunciou esta semana que até junho será possível realizar chamadas de voz pelo aplicativo, mas a novidade não deve sair de graça. Na Mobile World Congress, feira de mobilidade que acontece em Barcelona, na Espanha, o fundador do serviço Jan Koum disse estudar cobrar pelo recurso. "É uma possibilidade", afirmou em entrevista à Folha.com. Atualmente, é preciso desembolsar US$ 1 a partir do primeiro ano de uso.

Quando a atualização entrar em vigor, o WhatsApp vai se aventurar num terreno que seus competidores já conhecem bem. BBM, Line, Skype e Viber oferecem ligações. Este último, aliás, lançou ontem uma promoção que permite aos usuários brasileiros fazer chamadas gratuitas e ilimitadas para todo o país nas próximas duas semanas.

No WhatsApp é possível enviar mensagens de voz, mas não em esquema de conversação ininterrupta; é necessário gravar a fala e enviá-la como arquivo. Koum não informou qual sistema operacional será o primeiro a receber a atualização prometida. Na feira, disse apenas que a plataforma é utilizada hoje em dia por 465 milhões de pessoas.

Venda para o Facebook

Quando comunicaram o acerto de US$ 16 bilhões, Mark Zuckerberg e Jan Koum foram categóricos ao dizer que o WhatsApp manterá independência operacional em relação à rede social. Alguns usuários, no entanto, mostraram desconfiança quanto ao futuro do aplicativo e ensaiaram uma ligeria migração para programas alternativos. O russo Telegram Messenger, por exemplo, ganhou 5 milhões de usuários desde a semana passada.

Whatsapp Viber line
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