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Ex-vice presidente do Tinder processa empresa por assédio sexual

Caroline Rocha, editado por Daniel Junqueira 01/07/2014 12h41
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Witney Wolfe, ex-vice-presidente do Tinder, alega ter sido vítima de sexismo e assédio sexual enquanto trabalhava na companhia. A executiva entrou com um processo na corte de Los Angeles nessa segunda-feira, 30.

Na ação apresentada, Wolfe declara que era repetidamente chamadade prostituta pelo chefe de marketing da companhia, Justin Mateen, inclusive na frente do CEO da empresa, Sean Rad. Wofle e Mateen tiveram uma relação amorosa tumultuada. Segundo ela, depois do término, ele passou a assediá-la e insultá-la, enviando mensagens impróprias e ofensivas.

O CEO também teria ameaçado retirar o título de cofundadora do aplicativo da executiva “porque ter um jovem cofundador do sexo feminino faz com que a empresa pareça uma piada” e "desvaloriza a companhia".

Em comunicado à imprensa, a IAC, companhia responsável pelo Tinder, declarou que Mateen foi suspenso depois de investigações internas que comprovaram que sua conduta era imprópria. "Nós condenamos inequivocamente essas mensagens, mas acredito que as alegações da Sra. Wolfe com relação ao Tinder e sua gestão são infundadas", declarou um porta-voz'.

"Este caso é sobre ser forçado a sair de uma empresa que eu ajudei a construir, porque eu não iria tolerar a discriminação de gênero e assédio. Eu esperava que isso fosse resolvido de forma confidencial, mas depois de meses de tentativas frustradas, eu decidi prosseguir", explica Witney.

Via Mirror

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