Apple finalmente apresenta seu relógio inteligente

A Apple finalmente apresentou seu tão falado relógio inteligente, que, ao contrário do que se especula há cerca de dois anos, não se chama iWatch, e sim Apple Watch. Ele foi classificado por Tim Cook como o produto mais pessoal já criado pela companhia - aliás, o CEO estava com ele no pulso o tempo todo.

O dispositivo possui tela quadrada de safira que é sensível ao toque e possui um pequeno LED capaz de medir batimentos cardíacos. Quanto à interface, a Apple não quis simplesmente minimizar a tela do iPhone, ela preparou algo específico para este produto.

Reprodução

Serão dois tamanhos e três versões, Apple Watch (casual), Apple Watch Sport (esportiva) e Apple Watch Edition (sofisticada) - feita com detalhes em ouro 18 quilates. Dentro de cada categoria existe uma série de opções de pulseiras. Contando com a possibilidade de alterar a tela inicial do dispositivo, são milhões de combinações, conforme ressaltado por Jonny Ive, que coordena a área de design da Apple.

Várias funções do iPhone são acessadas pelo relógio, que pode ser controlado por botões físicos, pela tela, por gestos ou por comandos de voz passados à assistente pessoal Siri. E os aplicativos são capazes de saber a posição do usuário; o de mapas, por exemplo, mostra o caminho conforme a pessoa caminha, vibrando para informar qual direção seguir.

É possível também enviar emoticons animados ou desenhos feitos no próprio relógio para os contatos. O usuário recebe notificações de chamadas e outras coisas por ali. O Apple Watch se comunica com apps de terceiros, também, e por isso será lançado um kit de desenvolvimento para que outras empresas possam criar notificações personalizadas para seus produtos - o Facebook já tem.

Um dos aplicativos permite fazer check-in em um hotel e permite destrancar a porta do quarto por aproximação. Há várias opções para quem se exercita; o relógio até avisa que está na hora de se levantar um pouco, caso o usuário passe muito tempo sentado.

Só que para usar o relógio da Apple é necessário ter um smartphone da Apple, e não é qualquer um: só são compatíveis os iPhones 5, 5c, 5s, 6 e 6 Plus. O modelo mais barato custará US$ 350 e o lançamento está previsto para o começo de 2015.

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