KGB Spy Museum

Conheça tecnologias utilizadas pela KGB, a Inteligência Russa

Luiz Nogueira, editado por Liliane Nakagawa 19/07/2019 14h33
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Maioria dos objetos estava escondido dentro de objetos corriqueiros, como batons, guarda-chuvas e até botões

A referência que nós temos de agente secreto deriva dos filmes de Hollywood. E muitos deles apresentam diversos objetos, aparentemente inofensivos, que escondem armas mortais em seu interior. Na vida real, o Comitê de Segurança do Estado da Rússia, conhecido como KGB, possui alguns dispositivos semelhantes, e que podem ser igualmente fatais.


A maioria das peças utilizadas em espionagem no passado estão expostas no KGB Spy Museum, em Nova Iorque, nos EUA, museu dedicado a mostrar os itens utilizados pelos agentes especiais em missões. Os itens expostos têm idades variadas, que vão desde 1928 até 2015.

À primeira vista, muitas pessoas devem pensar que esses itens não passam de simples objetos, como é o caso de um batom simples. Esse apetrecho é chamado de “Deadly Kiss” (Beijo Mortal), e dispara um tiro único que é capaz de matar sua vítima. Ele era o dispositivo preferido das agentes da KGB justamente por sua versatilidade e pela facilidade de transportá-lo.

Reprodução

O dispositivo preferido dos homens era um guarda-chuva chamado de “Bulgarian Umbrella” (Guarda-Chuva Búlgaro). Aparentemente, ele é um guarda-chuva simples, mas, caso um botão secreto seja pressionado um pequeno projétil contendo veneno é disparado de sua ponta. Se atingir o alvo, a substância é capaz de matar em um período de até 72 horas.

Reprodução

Há também uma variedade de escutas e pequenas câmeras. Os dispositivos eram instalados em objetos inimagináveis como viveiros de pássaros, pratos, botões e cinzeiros. São vários os exemplos de aplicação dessas escutas. Elas eram implantadas em pratos de restaurante, por exemplo. Quando um desconhecido vinha fazer alguma refeição, o prato com a escuta era levado até a mesa. Além disso, os cinzeiros desses locais também continham aparelhos para se escutar as conversas, tudo de forma bem discreta.

Para criptografar suas conversas, a KGB possui um dispositivo chamado de "Fialka". Uma espécie de máquina de escrever, com 10 rodas de caracteres, o que pode fazer bilhões de combinações. Ou seja, para quem não conhece os métodos para se decifrar as mensagens, fica impossível saber o que está escrito.

Reprodução

É claro que todos esses dispositivos eram usados antigamente pelos agentes da KGB, hoje em dia, tudo se tornou mais fácil. Todos temos aparelhos que nos rastreiam o tempo todo, algo que facilitaria muito o trabalho desses espiões, bastando apenas invadir um smartphone para conseguir as informações de que necessitam.

Via: Cnet

 

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