Consumo de vídeos em smartphones no Brasil cresce mais de 100 horas em 4 anos

Uma pesquisa divulgada pela Ericsson nesta segunda-feira, 7, mostra um crescimento no tempo de consumo de vídeos em dispositivos móveis, como smartphones e tablets, tem crescido nos últimos anos. O estudo entrevistou brasileiros com idades entre 16 e 69 anos que assistem TV e vídeos semanalmente e que possuem banda larga em casa.

De 2012 a 2016, o tempo médio de visualização em dispositivos móveis aumentou mais de 100 horas por ano, passando de 9,1 para 11, 2. Em compensação, o tempo de visualização em tela fixa teve queda de 8,2 horas.

Por semana, o tempo gasto assistindo TV e vídeo em dispositivos móveis cresceu 55% entre 2011 e 2016. A participação dos dispositivos fixos como TV e desktops, no entanto, teve queda de 11% no mesmo período. O YouTube é um dos líderes de audiência: 57% dos entrevistados dizem assistir YouTube diariamente. 20%desses consumidores dizem assistir YouTube por mais de três horas por dia.

Insatisfação
62% dos entrevistados afirmaram que não conseguem encontrar nada para assistir na TV regular diariamente. Por outro lado, os consumidores do Brasil gastam 9% mais tempo escolhendo o que assistir nos serviços de vídeo sob demanda do que na TV comum.

Streaming
O tempo total de visualização de conteúdo sob demanda, como séries, filmes e programas de TV, cresceu quase 10% no Brasil desde 2011. Segundo o estudo, 64% dos entrevistados assistem dois ou mais episódios do mesmo programa por semana. Mais de 25% afirma que o faz diariamente e 58% dos consumidores se dizem "muito interessados" em um plano de dados móveis que inclua o streaming de vídeo sem restrições.

"Manter a periodicidade de uma pesquisa tão abrangente, feita todo ano desde 2010 nos proporciona uma visão única de como as necessidades dos consumidores estão mudando rumo ao acesso contínuo entre dispositivos e locais, com TV de alta qualidade e conteúdo de vídeo. Para os jovens na faixa dos 20 anos, em particular, o acesso a smartphones é fundamental, mas não significa que eles não gostem da experiência na TV regular. De fato, eles esperam a flexibilidade de uma oferta à la carte, com conteúdo de mídia linear e sob demanda. Os consumidores querem sua própria experiência personalizada com conteúdo que os fidelize", explica André Gualda, especialista do ConsumerLab da Ericsson na América Latina e Caribe. 

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