Hands-on: Xperia XZ tem design diferenciado, mas não traz fone e preço assusta

A Sony lançou nesta quinta-feira, 29, em evento em São Paulo, seu novo smartphone premium. O flagship Xperia XZ traz mudanças consideráveis em relação ao antecessor Z5. Abaixo você confere as primeiras impressões que tivemos ao utilizar o aparelho que será vendido por R$ 4 mil a partir do dia 7 de outubro.

O design é o que mais chama a atenção. Resistente à água – mas não recomendado para ser usado por muito tempo debaixo d’água –, ele é “quadradão” e foge das bordas arredondadas do LG G5 e do Samsung Galaxy S7. As bordas inferior e superior são achatadas e possibilitam até mesmo que o telefone seja apoiado verticalmente em qualquer superfície plana.

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As laterais contam com a bandeja para cartão SIM e cartão micro SD que adiciona até 256 GB à memória interna de 32 GB. Do outro lado, há os controladores de volume, o acionador exclusivo para a câmera e o botão de ligar que conta com sensor de impressão digital. Dessa forma, a frente e a traseira do telefone são lisas.

A tela de 5,2 polegadas Full HD em 1080p exibe imagens realmente bem detalhadas e não há qualquer crítica inicial para o componente. A parte traseira, contudo, decepciona. Feita com metal Alkaleido, ela até aparenta ser realmente mais resistente, mas fica suja com facilidade e coberta de marcas de dedos, principalmente nos modelos com cores mais escuras.

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As câmeras são o ponto alto do aparelho e não decepcionam. Elas têm 23 MP e 13 MP nos dispositivos traseiro e frontal respectivamente, além de gravação de vídeos em 4K. Elas ainda têm foco a laser e sensor Exmor RS que ajudam na hora de fotografar imagens mais nítidas, principalmente em ambientes com pouca luminosidade.

Os recursos são interessantes e agradam tanto os amadores quanto os fotógrafos de plantão. O modo manual é repleto de funcionalidades que permitem desde o controle do foco até o manejo das lentes para permitir a quantidade de luz que será captada com ISO em 12800. Assim, é possível fazer imagens propositalmente embaçadas para brincar com efeitos de luz ou “congelar” movimentos rápidos.

Nas configurações técnicas de hardware, o celular inclui memória RAM de 3 GB e processador Snapdragon 820 quad-core com clock máximo de 2,6 GHz que roda o sistema operacional Android na versão 6.0 Marshmallow. O uso não apresentou qualquer lentidão ou travamento, mesmo em jogos pesados e com diversos apps abertos.

A bateria de 2.900 mAh aguentou bem o tranco e não vai decepcionar quem pretende carregar o telefone apenas quando for dormir. Uma ferramenta interessante é que o telefone possui um gerenciamento de carregamento da bateria que não permite que o smartphone fique recebendo carga após completar a carga estar cheia. Ele também conta com suporte ao carregamento wireless.

Contudo, o carregador sem fio não é um item de série e precisa ser comprado à parte. Ele funciona com carregadores de outras marcas, desde que sejam compatíveis com a tecnologia Qnovo.

O fone de ouvido é outro item que não vem com o telefone, assim como Xperia XA Ultra. Durante a apresentação do telefone, a Sony diz que os consumidores podem preferir usar os próprios fones comprados à parte. Isso, no entanto, desagrada bastante quem paga R$ 4 mil em um celular 

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