Médicos congelam cabeça na esperança de reviver mulher

Uma idosa que morava na região central da China, morta após lutar anos contra um câncer no pâncreas, teve a cabeça congelada com técnicas de criogenia por um instituto de investigações científicas nos EUA.

A esperança do investigadores e da família de Du Hong, que era escritora de literatura infantil e morreu aos 61 anos, é que, no futuro, exista tecnologia para "reanimar" sua consciência. A criogenia de Hong foi feita pela empresa norte-americana Alcor Life, uma das pioneiras mundiais nesse ramo.

A técnica de criogenia consiste em armazenar um corpo humano sem vida em temperaturas extremamente baixas. Na China, os médicos que conduzem esse procedimento injetam um líquido anticoagulante no sangue, o que ajuda a preservar tecidos e evitar danos irreversíveis.

O processo custa 2 milhões de yuans (cerca de US$ 315 mil) para a criogenia de um corpo inteiro, quantia que a família de Hong não tinha. A saída para atender o pedido da escritora foi doar o corpo para pesquisas médicas no mesmo instituto e congelar apenas a cabeça da idosa.

A China pode se tornar uma mina de ouro para fornecedores de técnicas criogênicas se realmente for possível reanimar tecidos congelados. Depois que uma lei que torna a cremação de corpos obrigatória no país, muitos chineses com boas condições financeiras buscas opções para ao menos preservarem seus corpos após a morte.

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