Microsoft revela plano para prover mais água do que consome

Empresa quer cumprir a meta até 2030, investindo em reabastecimento, tecnologia e reduzindo seu próprio consumo

Da Redação, editado por Daniel Junqueira 21/09/2020 18h56
Microsoft sede 2
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A Microsoft revelou nesta segunda-feira (21) seu plano para prover mais água do que consome. A empresa pretende atingir essa meta até 2030, através do investimento em restaurações de zona úmidas e da remoção de superfícies impermeáveis, como as de asfalto.


Outra parte importante do plano está na redução do consumo pela própria companhia. 100% da água não-potável utilizada pela Microsoft em seu novo campus no Vale do Silício, virá de fontes recicláveis instaladas no local, como coletores de chuva e dispositivos para o tratamento de águas residuais. Em outros campus, a empresa também utilizará água reciclada no encanamento, na refrigeração dos prédios e no paisagismo.

Se corretamente aplicado, o plano pode render uma economia de até 4,3 milhões de galões de água potável por ano.

Reprodução

O uso de água reciclada nos jardins de suas sedes faz parte do plano para a redução do consumo de água da empresa. Créditos: ClearCut/Pixabay

A Microsoft também prometeu utilizar sua tecnologia para auxiliar pessoas, empresas e governos a compreenderem melhor seus próprios consumos de água.

Além disso, a companhia irá firmar parcerias com ONGs para que comunidades carentes tenham acesso ao consumo de água potável.

Desenvolvimento sustentável

Grandes empresas de tecnologia estão cada vez mais focadas em um desenvolvimento acompanhado de sustentabilidade ambiental.

A própria Microsoft já havia revelado em julho deste ano, que pretende remover mais carbono da atmosfera nas próximas 3 décadas do que o que já emitiu desde sua fundação, em 1975.

Google, Apple e Amazon também prometeram atingir total neutralidade de COâ‚‚.

Preocupações com o consumo de água, no entanto, ainda são novidades entre essas companhias. Antes das medidas da Microsoft, apenas o Facebook tinha se pronunciado a esse respeito, afirmando uma diminuição no uso do líquido para resfriamento de data centers e um reabastecimento anual de cerca de 206 mil metros cúbicos.

Com as empresas limpando seus “legados de carbono”, a expectativa é que muitas delas, em breve, redirecionam seus focos ao problema da água.

Fonte: Engadget

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