Pirataria de vídeos no Facebook ficou mais difícil; entenda as mudanças

O Facebook finalmente tem uma solução para o freebooting - a prática de pegar vídeos de uma página e publica-los em outra para aumentar o engajamento e o público.

Na última quinta-feira, 27, a rede social anunciou uma atualização na sua ferramenta de gerenciamento de direitos, que foi lançada no ano passado. A partir de agora, os proprietários de conteúdo podem “reivindicar os ganhos de anúncios" nos carregamentos de vídeos piratas; dessa forma, a receita gerada através de publicidade será enviada ao proprietário do vídeo e não à outra página que copiou.

Além disso, ao invés de revisar manualmente todas as instâncias de conteúdo pirateado, os proprietários poderão definir regras automatizadas para saber se os carregamentos violados devem ser bloqueados instantaneamente.

Antes, a única coisa que os detentores de direitos podiam fazer era permitir ou bloquear os vídeos pirateados, sendo que os benefícios com o conteúdo acabavam sendo divididos.

Por enquanto, o novo recurso é um pouco limitado uma vez que a inserção de anúncios no meio dos vídeos ainda não está disponível para todos os usuários. Os anúncios de 15 a 20 segundos poderão ser inseridos nos vídeos e o Facebook irá compartilhar 55% da receita com o usuário.

[TechCrunch]

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