Quebra-cabeças: as possíveis fabricantes dos componentes dos carros autônomos

Analistas já veem os carros autônomos como algo inevitável e acreditam que até 2022 eles podem economizar US$ 488 bilhões em prevenções de acidentes e gerar lucros de até US$ 507 bilhões com "ganhos em produtividade", já que o motorista pode desempenhar outras tarefas - como trabalhar - enquanto não está dirigindo.

A entrada das principais empresas de tecnologia do mundo no setor pode revolucionar o mercado automobilístico. Mas como essas companhias farão para fabricar um carro? A construção de veículos é algo complexo e é provável que envolva outras fabricantes.

O site Re/Code listou as prováveis parceiras do Google, da Tesla e até da Apple no novo negócio e destacou seus principais pontos inovadores. Confira como deve ser o "quebra-cabeças" dos carros autônomos:

Reprodução

Corpo
A pista mais quente sobre o futuro dos carros sem motorista vem do Google. O protótipo apresentado pela gigante traz sensores inteligentes, radares e, eventualmente, sem partes no interior. Praticamente um computador sobre rodas.

Em agosto de 2014, a empresa finalmente divulgou os nomes de alguns parceiros no projeto: Roush,LG Chemical, Continental, Bosh, Frimo e ZFLS, responsáveis pelo exterior do carro, pelas baterias, por freios, volantes e outros componentes mecânicos, respectivamente. Outra parceira é a Magna International, empresa canadense que fabricas componentes semiautônomos para veículos.

Olhos
É importante que um carro autônomo "enxergue direito". Nesse questito há palpites de que seja utilizada a Lidar, uma tecnologia que usa lasers para mapear o entorno e é utilizada nos setores geológicos, de defesa militar e até na agricultura. A ferramenta, no entanto, é cara: um sensor pode custar até US$ 80 mil.

Uma empresa de Israel chamada Mobileye que fabrica câmeras de alta tecnologia tem sido apontada como uma das opções mais baratas e com melhor resolução do que a Lidar. A própria companhia afirma que, atualmente, 90% das fabricantes têm parceria com ela. O pacote completo da israelense, que traz câmeras que enxergam em 360 graus, sai por menos de US$ 1 mil.



Cérebro

Com as peças e os olhos, é preciso que exista um cérebro para controlar toda a atividade do carro. Qualcomm e Samsung estão trabalhando no desenvolvimento de chips para atuarem no setor, mas muita gente ainda aponta que a Nvidia pode avançar no mercado.

A empresa está trabalhando desde 2007 no setor automotivo. A atual tecnologia pode trabalhar com até 12 câmeras, sensores e uma série de componentes sem problemas."A idéia construir um cérebro de um carro autônomo acelerou a demanda por nossa tecnologia", declarou recentemente Danny Shapiro, diretor da unidade automotiva da Nvidia.

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