Galaxy S6 Galaxy S6 Edge

Testamos o Galaxy S6 e o S6 Edge, os novos tops da Samsung

Renato Santino 01/03/2015 20h03
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BARCELONA - A Samsung quer voltar a ser a principal porta-bandeira do Android depois de um ano de resultados comerciais ruins com o Galaxy S5. E os dois S6, o Edge e o S6 tradicional, lançados neste domingo, 1º de março, mostram que a empresa pode ter retomado um caminho positivo.

Começando pelo cuidado com design em todas as esferas do produto, algo que sempre foi o ponto fraco da Samsung. A utilização de acabamento metálico passa uma impressão melhor do que o plástico que a companhia sempre utilizou em seus aparelhos. 

Isso não vem sem problemas, porém. A coreana era um dos últimos bastiões das empresas de tecnologia que permitia a remoção de bateria e o uso de cartão microSD para ampliar o armazenamento do aparelho. Não mais. Com o corpo metálico, a companhia seguiu essa tendência de restringir as opções do usuário.

Apesar do uso dos metais, a empresa aposta em uma traseira envidraçada com Gorilla Glass 4. O uso do material na parte traseira é esteticamente problemático porque causa manchas de dedos e engordura com facilidade, além de ser mais um ponto para quebra em caso de queda no chão. Por outro lado, o uso do Gorilla Glass reduz a chance de riscos e também adere bem à palma da mão, evitando escorregões acidentais.

Reprodução

Finalizando a discussão estética, falemos sobre o S6 Edge. Você provavelmente está pensando: “para que servem os cantos curvos do aparelho?”. E nem mesmo a Samsung sabe responder muito bem além de dizer que “tem um visual legal”. Há alguns recursos específicos que usam a curvatura, mas nada que faça valer a pena do ponto de vista de usabilidade.

Porém, o resultado realmente fica bonito ao ser observado pessoalmente, passando uma impressão de uma tela mais ampla. Uma dúvida frequente também é se estas laterais curvas não causam o pressionamento involuntário da tela, afetando a experiência de uso. A resposta, pelo menos em nossa experiência curta com o aparelho na mão é “não, o smartphone é mais 'smart' do que isso”.

Em nossos breves testes com ambos os aparelhos, pudemos notar também uma TouchWiz mais refinada visualmente, com toques de Material Design, a identidade visual do Android Lollipop.

Também não é possível detalhar o quanto a renovação de interface afeta o desempenho, mas o fato é que tudo funcionou muito rápido. Os aplicativos abriram de forma ágil, toda a navegação era fluida e o destaque fica para a execução rápida do app de câmera, capaz de ser aberto em menos de 1 segundo com um apertar duplo do botão Home.

A câmera e o aplicativo para a captura de fotos foram reformulados para tornar o processo mais eficiente. O sensor foi melhorado, com estabilização óptica, foco mais ágil e disparo rápido, para evitar que o momento para a fotografia se perca. A Samsung fez um bom trabalho neste sentido, inclusive no sensor frontal.

Reprodução 
*O jornalista viajou a Barcelona a convite da Samsung 

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