Tubby

Tubby não existe; app é campanha contra objetificação das pessoas

Leonardo Pereira 06/12/2013 11h04
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O Tubby, que seria a vingança dos homens quanto ao Lulu - aplicativo pelo qual mulheres podem avaliar o desempenho de conhecidos -, não passava de uma campanha contra objetificação das pessoas. Na madrugada de hoje, quando o app seria lançado, foi divulgado um vídeo que explica tudo.

No vídeo entra em cena um falso investidor da empresa para supostamente falar sobre como seria o app. Ao mudar as legendas para coreano, porém, a verdade vem à tona: "2014 já está chegando e ainda tem gente querendo regredir pra 6ª série, dando notas pra pessoas do sexo oposto."

"Pessoas não são objetos, e a intimidade de um relacionamento, por pior que tenha sido, não pode ser exposta dessa forma", continua Pyong Lee, o "investidor", que ainda comenta sobre o estrago que aplicativos como Lulu e o fictício Tubby podem fazer na imagem pública de uma pessoa.

A ação, que tem participação de Maurício Cid, blogueiro do Não Salvo, lembra casos recentes em que a exposição de momentos íntimos levaram garotas a se suicidarem no Brasil. O assunto motivou o deputado Romário a criar um projeto de lei para criminalizar quem divulgar fotos e vídeos eróticos sem consentimento da pessoa fotografada ou filmada (saiba mais aqui).

 

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