5 celulares ótimos que não veremos no Brasil

O Brasil, infelizmente, não é o foco de muitas empresas internacionais na hora de lançar um produto, e a crise econômica enfrentada nos últimos tempos também não ajuda muito. Isso fez com que o país não fosse sequer mencionado na ocasião do lançamento de vários dos celulares mais interessantes deste ano.

Esta lista é para lembrar o que nós estamos perdendo:

HTC U11

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Há vários anos a HTC decidiu empacotar suas coisas e ir embora do Brasil. Isso é uma pena diante do recém revelado U11. Apresentado nesta terça-feira, 16, o celular tem uma das melhores câmeras do momento; segundo os testes do site DxOMark, ele alcançou a melhor pontuação do mercado, superando o Google Pixel como melhor câmera do momento. O aparelho vem com tela quad HD (2.560 x 1.440 pixels) de 5,5 polegadas, Android 7.1 e processador Snapdragon 835, com opção de 6 GB de memória RAM.

Outro diferencial do U11 é o Edge Sense, um sistema que reconhece diferentes níveis de pressão nas laterais para transformar a ação em comandos. Coisas como tirar fotos, abrir apps, enviar mensagens. "Uma apertada pode abrir Facebook, Twitter ou Pinterest", diz a empresa. Com suporte a Google Assistente e Alexa (da Amazon), o usuário pode configurar os assistentes para que estejam acessíveis através desses gestos.

Google Pixel

O Olhar Digital conseguiu testar o aparelho, mas só pelo fato de um de nossos jornalistas tê-lo importado por conta própria. Na nossa análise, foi possível perceber o grande cuidado do Google com hardware e software, apresentando uma grande experiência de usuário como um todo.

A câmera é ótima, o desempenho é excelente, com um chipset Snapdragon 821 e 4 GB de memória RAM, e as adições de software pontuais são o suficiente para destacar o Pixel do restante dos aparelhos Android sem perder o espírito e as vantagens do Android puro.

OnePlus 3T

Há alguns anos a chinesa OnePlus vem impressionando com seus celulares, que unem o alto desempenho de um aparelho com configurações de top de linha ao preço de um intermediário. O modelo em questão traz 6 GB de memória RAM e um chipset Snapdragon 821, processador top de linha da Qualcomm no ano passado. Além disso, o celular custa apenas US$ 440, o que são US$ 210 a menos do que o iPhone 7 mais barato. E a expectativa pelo OnePlus 5 só cresce.

Xiaomi Mi 6

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A Xiaomi fez um barulho em sua chegada ao Brasil, mas dois anos depois a empresa basicamente já desistiu do país. O Mi 6 tem tela de 5,15 polegadas com sensor biométrico sob o vidro. A tela é feita num esquema "four-sided 3D curved glass", o que significa que o vidro frontal cobre todas as extremidades do aparelho sem que haja interrupção. Há duas câmeras traseiras de 12 MP (uma normal e outra wide angle) e uma bateria de 3.350 mAh.

Embora a Xiaomi hoje possua sua própria linha de processadores, o Mi 6 vem equipado com o Snapdragon 835, chip da Qualcomm de oito núcleos que é produzido em esquema de 10 nanômetros. Ele acompanha 6 GB de RAM e chega a até 128 GB para armazenamento interno.

Huawei Mate 9 Pro

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Durante a CES, a Huawei revelou ao Olhar Digital a intenção de entrar no mercado brasileiro, mas isso ainda parece improvável com o fracasso da Xiaomi em convencer o nosso público a abraçar os celulares chineses. E é por isso que é pouco provável que vejamos o Mate 9 Pro, atual top de linha da companhia que figura como terceira maior fabricante de celulares, chegar ao Brasil.

O aparelho tem um tamanho de tela bastante mais moderado do que o irmão Mate 9, com um painel de 5,5 polegadas e uma resolução superior, de 2.560 x 1.440. O processador é o mesmo, o poderoso Kirin 960, da própria Huawei, mas a memória RAM é de 6 GB, que é uma das maiores quantidades no mercado, com 128 GB de armazenamento e uma das melhores câmeras de celular, com duas lentes na traseira.

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