Veja como o novo top de linha da Xiaomi é por dentro

O Mi 5, novo top de linha da Xiaomi, mal foi anunciado e já está sendo demontado para ter seu hardware examinado. O site chinês it168 realizou um desmonte da versão de cerâmica do aparelho, que revelou uma organização bastante impressionante de seus componentes internos.

Assim como outros smartphones top de linha, o Mi 5 é composto por uma peça única em sua parte externa. Isso significa que, para acessar seu hardware, é necessário o uso de uma ventosa:

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Uma vez removida a parte traseira, é necessário ainda desmontar duas partes dos componentes que ficam presas com parafusos por cima das placas lógicas e da bateria. Os parafusos contém adesivos que precisam ser removidos antes de que eles possam ser retirados. Isso, no entanto, deixa evidente que o aparelho já foi desmontado, e invalida sua garantia.

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A parte superior que pode ser removida contém o chip NFC do aparelho. Uma vez que ela e a parte inferior são removidas, a bateria de 3000 mAh do aparelho pode então ser facilmente removida e substituída. O dispositivo fica assim:Reprodução

A placa lógica superior do dispositivo contém o processador Snapdragon 820, os 4GB de RAM e os 128GB de armazenamento. Ela é recoberta por gel térmico, que é a única medida de prevenção de aquecimento encontrada no aparelho. Isso indica que o Snapdragon 820 deve ter sido planejado com mais cuidado nesse aspecto que o 810, que gerou várias queixas sobre seu aquecimento excessivo.

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Ainda não parte superior, também podem ser encontrados os dois sensores das câmeras traseira e frontal do aparelho. Na imagem abaixo, o sensor Sony IMX298 de 16MP com estabilização de imagem de 4 eixos da câmera traseira é o da esquerda; o da direita é o sensor Ultrapixel de 4MP da câmera frontal:

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Na placa lógica inferior, por sua vez, é possível encontrar a interface USB-C do aparelho (na primeira imagem a seguir) e o botão Home, junto com sensor de impressões digitais (na segunda):ReproduçãoReprodução

De acordo com o Android Headlines, embora oo site chinês não atribua notas à "reparabilidade" do dispositivo (como o iFixit faz, por exemplo), o Mi 5 provavelmente teria se saído bem nesse quesito. Isso porque ele é relativamente fácil de se desmontar, não utiliza parafusos incomuns e sua bateria pode ser acessada de maneira relativamente fácil.

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