redmi 2 xiaomi

Xiaomi anuncia seu primeiro smartphone no Brasil por R$ 500

Renato Santino, editado por Wharrysson Lacerda 30/06/2015 12h50
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Depois de meses de antecipação, a chinesa Xiaomi finalmente chegou ao Brasil. Em evento realizado em São Paulo nesta terça-feira, 30, a empresa falou pela primeira vez abertamente sobre suas estratégias para o mercado nacional.

A companhia, que mesmo atuando em poucos mercados já é uma das principais fabricantes do mundo, revelou que o primeiro aparelho a ser trazido para o Brasil será o Redmi 2. O aparelho é um intermediário, que vem para disputar mercado com smartphones como o Moto G, o Zenfone 5 e o Lumia 730. O modelo chega ao país custando R$ 500. O início das vendas acontecerá no dia 7 de julho, mas a empresa pede que os interessados se cadastrem no site oficial para as vendas.

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O modelo conta com um system-on-chip Snapdragon 410 quad-core no clock de 1,2 GHz e 1 GB de memória RAM, o que o credencia como tantos outros smartphones intermediários. Seu diferencial é o tamanho de tela: 4,7 polegadas com resolução HD. Ele apresenta uma câmera traseira de 8 megapixels e uma frontal de 2 megapixels. Ele também conta com 8 GB de armazenamento interno com slot para cartão microSD de até 32 GB e bateria de 2265 mAh.

O aparelho possui capacidade para dois chips, com a diferença de suportar conectividade 4G em ambas as entradas ao mesmo tempo. O recurso é uma novidade no mercado nacional.

Para quem não conhece, a empresa se destaca também pela MIUI, sua customização do Android, que lembra muito mais o iOS. O software se destaca dos demais por ser o que a companhia chama de “sistema operacional vivo”, já que recebe atualizações semanais.

Como é tradicional da empresa, a principal plataforma de distribuição será o próprio site da empresa. No exterior, a Xiaomi é famosa pelas ofertas relâmpago, nas quais são movidas grandes quantidades de seus aparelhos em pouquíssimo tempo. No entanto, a empresa também deve vender seus produtos no varejo.

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Os aparelhos estão sendo fabricados na Foxconn, em Jundiaí. Os primeiros aparelhos fabricados nacionalmente ainda estão saindo da linha de montagem, por isso a Xiaomi importou um pequeno lote para ser vendido no Brasil por enquanto.

Outros produtos

A Xiaomi também anunciou a chegada da Mi Band, a pulseira inteligente da empresa, voltada para prática de exercícios e monitoramento de suas atividades cotidianas. A pulseira custará R$ 95. A chinesa promete que sua bateria dura pelo menos 30 dias.

A pulseira é a prova d’água e também serve como autenticação do usuário. Isso significa que você pode desbloquear a tela do seu smartphone sem precisar colocar uma senha.

Também foi apresentado o Mi Power Bank, uma bateria externa de 10.400 mAh, que pode carregar até 3 vezes o Redmi 2. O aparelho chega ao mercado por R$ 100.

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