Big Data nos esportes: US Open e Copa das Confederações

Durante a Copa das Confederações a IBM mostrou como a coleta e análise de dados disponíveis nas redes sociais podem ajudar organizações a tomar melhores decisões. A companhia analisou 5 milhões de tweets durante os jogos do Brasil e disponibilizou os insights coletados ao Felipão.

A ideia, segundo Marco Lauria, diretor para América Latina de Information Management, era que todos os torcedores 'participassem' da equipe, dando opiniões que poderiam ser 'escutadas' pela direção do time. 

A tecnologia foi desenhada pela equipe do laboratório de pesquisas da IBM Brasil e analisou com acuracidade todas as postagens escritas em português (dentro e fora do país), selecionando as que estiverem relação com os jogos da seleção. A partir daí, o software determinou os sentimentos associados a cada partida.

O algoritmo ainda gerava estatísticas e gráficos que ilustraram os comentários sobre os temas mais discutidos no Twitter, como performance individual dos jogadores, desempenho da equipe, da comissão técnica e do árbitro, antes, durante e após os jogos.

O resultado das análises eram divulgados através de um aplicativo chamado Ei!, desenvolvido pela IBM especialmente para esse projeto, que era acessado exclusivamente pelo técnico do Brasil.

"Reunimos Twitter e futebol, paixões que fazem parte da vida dos brasileiros, para mostrar como a explosão de dados pode ser valiosa para ajudar líderes a tomarem as melhores decisões. Bastava tuitar para poder ser ouvido por quem realmente interessa: o nosso técnico", comentou Claudio Pinhanez, gerente do Laboratório de Pesquisas com foco em Sistemas de Serviços da IBM Brasil.

No US Open, grande evento esportivo de tênis que reuniu 700 mil pessoas em Nova York (Estados Unidos) neste ano, a IBM se uniu à USTA (United States Tennis Association) para prever o tempo dos jogos, os vencedores e dar dicas aos jogadores. 

Baseados na análise de sentimentos em redes sociais, a companhia conseguiu reunir insights com dicas que ajudavam os competidores a melhorar seu desempenho nos jogos, projetar os resultados e, consequentemente, prever o tempo das partidas.

A vencedora Serena Williams, que estará no IBM IOD 2013 para contar sua experiência com o SlamTracker, adotou a tecnologia e agora usa Big Data para aperfeiçoar seus treinos.

"A tecnologia analisa jogos antigos, conversas nas redes sociais e ainda pode identificar quais jogadores são os mais populares" explicou Inhi Cho Suh, vice-presidente de Big Data, gerenciamento de produto e estratégia da IBM, durante evento em Las Vegas (EUA).

Para conhecer o SlamTracker, clique aqui.

* A jornalista viajou a convite da IBM. 

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