Chip antiespionagem começa a ser vendido no Brasil

Começou a ser vendido no Brasil um chip que protege as comunicações feitas entre celulares, tablets, computadores e servidores, criptografando a troca de informações.

Desenvolvido pela norte-americana KoolSpan, o TrustChip é encaixado no aparelho pela porta microSD e, quando o aparelho não tem essa entrada (como o iPhone), a conexão é feita por uma capa auxiliar.

Para a proteção funcionar, é preciso que os dois lados da comunicação estejam usando o recurso, por isso o foco do TrustChip é o mercado empresarial. Tanto que o serviço custa R$ 1,8 mil por ano (R$ 150 mensais), valor que diminui a partir do segundo ano.

Como a infraestrutura do serviço está toda no Brasil, não há possibilidade de interceptações internacionais. "Não há uma 'porta dos fundos' aberta", afirma Fábio Guimarães, presidente da FGX, que vende o produto no Brasil.

A operação do chip está concentrada no hardware. "Uma vez que a aplicação de segurança reside no próprio chip, e não em software, todas as transações, como uma chamada de voz ou uma transmissão de dados, são codificadas com uma série única e secreta de números", explica Guimarães.

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