Apple e Facebook entram na guerra contra o Estado Islâmico

Duas das maiores empresas de tecnologia do planeta, Apple e Facebook também estão combatendo o Estado Islâmico. Mas, ao invés de armas e bombas, as companhias de Tim Cook e Mark Zuckerberg preferem batalhar contra os terroristas em solo virtual.

De acordo com a CNN, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos reuniu cerca de 50 diferentes empresas de tecnologia, comunidades de internet e agências públicas para ajudá-los a combater o grupo extremista nas redes sociais. Além das duas, Twitter, Buzzfeed, MTV e Snapchat também foram convidadas a colaborar.

Chamada de "dream team" (time dos sonhos, na tradução), a equipe se encontrou na quarta-feira para discutir ideias e estratégias para minar os terroristas na internet. O canal de notícias ainda afirma que os assuntos tratados ontem referem-se a entender como o Estado Islâmico está utilizando o serviço dessas empresas e como parar esse tipo de comunicação que, entre outros objetivos, busca recrutar novos soldados para a causa.

A inclusão da Apple no time acontece justamente no momento em que a empresa trava uma batalha judicial contra o FBI. Nas últimas semanas, uma juíza federal norte-americana solicitou o desbloqueio de um iPhone 5C de um atirador do massacre de San Bernardino. A Apple, apoiada por Facebook e Twitter, se recusa a fazer isso alegando que isso acabaria com a privacidade de seus usuários.

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