Estados Unidos retiram parte da restrição para ZTE operar no país

A chinesa ZTE segue inativa depois que os Estados Unidos impediram empresas locais de exportar peças para a China. Mas a situação pode começar a mudar, ao menos para quem comprou equipamentos da marca no país: o Departamento de Comércio norte-americano retirou parte das restrições sobre a marca oriental, que poderá voltar a oferecer suporte aos aparelhos já vendidos no território, incluindo atualizações de sistema.

O desbloqueio vem após a ZTE pagar uma multa de 1 bilhão de dólares e é, por ora, temporário, com duração prevista até o dia 1º de agosto. A mudança, no entanto, não altera a situação da empresa, que continua sem poder importar nada vendido por marcas dos Estados Unidos, como a Qualcomm, que desenvolve os processadores usados em seus celulares.

No mês passado, como lembrou o The Verge, o senado norte-americano inclusive votou para manter a restrição imposta no começo de maio. O presidente Donald Trump até se envolveu na história para tentar reverter o cenário, mas a discussão ainda deve continuar na Casa Branca. Caso a decisão seja revertida, é até possível que a marca volte a operar.

Por ora, a companhia continua com as operações encerradas. A marca até tentou, ainda em abril, firmar uma parceria com a concorrente Huawei para poder usar os chips Kirin em seus smartphones, mas sem sucesso — a rival destacou que não pretende fornecer suas soluções para outras fabricantes. A Samsung, por sua vez, se mostrou mais aberta a fornecer seus SoCs Exynos à empresa, mas a negociação parece ainda não ter avançado.

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