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Na UE, empresas podem ser proibidas de checar redes sociais de empregados

Leonardo Pereira 14/07/2017 07h08
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Ao menos na Europa, empresas podem ser proibidas de chegar perto das redes sociais de empregados e aspirantes no futuro.

Um grupo formado por autoridades dos países que compõem a União Europeia publicou um conjunto de recomendações que institui vários poréns em relação ao uso de mídias sociais como meio de abordagem empregatícia.

Por exemplo, empregadores não podem forçar candidatos ou empregados a aceitar pedidos de amizade virtual. Também têm de observar se há parâmetro legal e necessidade de vasculhar informações — ainda que públicas — postadas em sites como Facebook e Twitter.

Outra restrição se dá em relação a pedir que empregados usem contas abertas pela empresa. Isso só pode acontecer se tiver sido previamente acordado e, mesmo assim, o funcionário tem de contar com a liberdade de criar perfis particulares nos sites que bem entender.

Como explica o Engadget, embora o documento não tenha status de lei, ele influenciará a aplicação da regulamentação geral de proteção de dados dentro da União Europeia, um conjunto de leis que será posto em implementação em maio de 2018. Até o Reino Unido, que está se despedindo do bloco, garantiu que acatará as novas regras.

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