Operadoras brasileiras defendem o projeto que amplia a terceirização no país

Caroline Rocha, editado por Marcelo Gripa 24/03/2017 10h45
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A Federação Brasileira de Telecomunicações, Febratel, defendeu na última quinta-feira, 23, em um comunicado, a aprovação do projeto de lei que regulamenta a terceirização em todos os setores brasileiros.

"A aprovação [...] é positiva para o país e para o setor de telecomunicações, que emprega cerca de 500 mil pessoas e gera milhares de empregos indiretos. Essa medida, associada a outras iniciativas, como a PLC 79/16, que altera o marco regulatório do setor de telecomunicações e vai permitir a geração de postos de trabalho, com o reaquecimento de toda a cadeia da indústria de telecomunicações e da economia do país", explica a entidade.

Nesta semana, o Congresso aprovou o projeto, proposto há 19 anos por Fernando Henrique Cardoso, que libera o trabalho terceirizado em todas as atividades das empresas e diversas atividades do Estado. 

Para a Febratel, a tercerização foi "fundamental para a expansão da infraestrutura brasileira, que atualmente é a quinta maior rede de telecomunicações do mundo, e para a evolução dos serviços" - e continua ajudando na modernização do trabalho, que envolve diversas atividades complementares, como instalação e manutenção de redes e o atendimento ao cliente em call centers.

"Entendemos que a prestação de serviços especializados gera oportunidades de empregos no país, possibilita o aumento da competitividade, estimula o aumento do ritmo de inovações e a inclusão de um número cada vez maior de brasileiros."

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