Fechaduras digitais: equipamento tecnológico torna casas mais seguras

É sabido que graças ao ritmo acelerado do desenvolvimento de novas tecnologias, surgiram novos dispositivos móveis proporcionando ao consumidor maior praticidade, facilidade de comunicação e interação nos últimos anos. Entretanto, há um outro objeto que vive nos bolsos dos consumidores passando por uma evolução, mas que ainda é despercebido da grande maioria: as chaves.

Enquanto as empresas caminham rapidamente para a modernização de seus sistemas de abertura e fechamento de portas, a fechadura presente na maioria das residências ainda possui uma tecnologia antiga, que há séculos é utilizada nas moradias em geral.

É aí que entram produtos como as fechaduras digitais, que permitem dispensar totalmente o uso de chaves. Nessa substituição, o consumidor pode adotar senhas, impressão digital, chaveiros de proximidade (cartões) ou até mesmo o próprio smartphone para controlar quem entra na sua casa. Existem basicamente dois modelos de fechadura digital no mercado, ambas seguras o suficiente para substituir a fechadura tradicional, mecânica e muitas vezes não tão prática: a fechadura de embutir, que pode ser totalmente incorporada à porta, por possuir maçaneta embutida, e a outra, a fechadura de sobrepor, que é incorporada à maçaneta convencional já existente na porta, não sendo necessária a sua retirada.

Normalmente, elas possuem um display sensível ao toque, que cadastra e recebe senhas, e um sistema de ativação por RFID (identificação por radiofrequência), um dos sistemas mais seguros do mercado. É o caso do modelo FR 200 da Intelbras, que aceita a abertura por até 4 senhas ou por meio de chaveiros de proximidade RFID, realizando a abertura por aproximação e permitindo até 30 chaveiros. Este produto é comercializado por R$ 649 a R$ 699, vem acompanhado de 5 chaveiros e pode ser utilizado em conjunto com o puxador mecânico, fechadura de sobrepor, dando maior segurança e praticidade à residência na qual estiver instalado.