Brasileiro cria mão e braço de robô humanoide em casa

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Uma passagem secreta... um laboratório particular.... é aqui que o engenheiro Gustavo gasta horas de seu dia, empenhado em usar a tecnologia para ajudar quem realmente precisa. Entre muitas pesquisas e tentativas, Gustavo atualmente colabora com o InMoov, um projeto global que tem como objetivo desenvolver um robô humanoide completo.

E esse é um projeto realmente colaborativo: a iniciativa conta com a participação de gente do mundo todo – cada um se responsabiliza por uma parte; o brasileiro criou a mão e o braço do robô... E também desenvolveu um aplicativo para smartphone para interagir com o membro mecânico e alguns sensores inteligentes.

"Você coloca os sensores e eletrodos no braço e mexe a prótese conforme os estímulos", explica o engenheiro Gustavo Brancarte.

Gustavo explica que o projeto poderia ser utilizado para o desenvolvimento de novas próteses para amputados ou para pessoas com necessidades especiais. Mais interessante ainda é o preço: enquanto algumas próteses modernas chegam a custar mais de 100 mil reais, este braço não sairia por mais de 600 reais – diferença grande!

"A democratização da tecnologia, com impressoras 3D, eletrônicos abertos e Arduíno, vai trazer acessibilidade para um nicho que é pequeno e tem pouco desenvolvimento, o que eleva o preço. Acaba ficando mais barato quando você tem isso na internet aberto, para baixar e desenvolver", afirma Gustavo.

Em paralelo ao desenvolvimento do robô humanoide, mais recentemente, Gustavo resolveu criar um projeto próprio: o “Open Arms”. Com tecnologia básica, códigos abertos e uma impressora 3D, a ideia é desenvolver próteses gratuitas para quem não tem condições financeiras.

Esta, por exemplo, é a mão biônica, uma prótese extremamente simples. O projeto 3D é totalmente aberto e pode ser baixado da internet e montado em uma impressora 3D por qualquer pessoa. A mão biônica foi criada para crianças que nascem sem os dedos... Além de funcional, a prótese é extremamente barata.

"Você consegue fechar a mão só com o movimento do pulso. O projeto é extremamente barato e custa menos de R$ 100", completa.

Das caríssimas próteses aos modelos mais simples feito em casa, a tecnologia – sem dúvida – transforma a vida de pessoas com necessidades especiais. Se você simpatiza com a ideia e quer ajudar, faça parte: qualquer um pode colaborar com o projeto “Open Arms”. Para conhecer mais, acesse o link logo abaixo do vídeo desta matéria no nosso site. E, fique ligado: no último capítulo da série “Medicina Hi-Tech”, você vai conferir como o conceito de telemedicina já se transformou em realidade no interior do Sergipe – o resultado é promissor...

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