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Na noite de sábado para domingo, o escritório do Facebook em Israel foi pichado com as mensagens “Blood on your hands” e “Stop_FB_Terror”. A atitude foi motivada pela recusa da empresa de remover páginas que incitam o ódio contra judeus e israelenses, segundo uma publicação israelense.
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O ativista político Rotem Gez assumiu a autoria da ação. À publicação israelense, ele declarou que queria deixar claro que “o sangue está nas mãos deles”. “Você não pode publicar nada no mural do Facebook [na rede social], então nós transferimos o protesto para o mural físico da empresa, fora da rede”, disse.
A recusa do site em excluir mensagens incitando o ódio contra judeus já motivou o Israel Law Center, centro de direito de Israel, a mover um processo contra o Facebook. Segundo a organização, o fato de que a empresa não remove mensagens que incitam ao terrorismo, algumas inclusive com dicas práticas de como criar bombas ccaseiras, torna-a um acessório ao terrorismo.
Outro lado
Ao The Next Web, o Facebook respondeu com uma declaração na qual afirmar que deseja que seus usuários se sintam seguros, que possui padrões de comportamento e que incita seus usuários a usar as ferramentas de denúncia da rede contra posts que julguem ofensivos.
Ainda assim, o site reporta que, embora publicações pacíficas venham sendo removidas, outras, mais violentas, continuam no ar, o que traz de volta a preocupação com a possibilidade de que o Facebook passe a editorializar assuntos políticos.