Siga o Olhar Digital no Google Discover
Pode perguntar para qualquer especialista em segurança: senhas são um método defasado de segurança. Agora uma nova voz se junta aos pedidos para um novo padrão de autenticação. Alex Stamos, chefe global de segurança do Facebook, é mais um dos ativistas pelos fins da senha. Ele defende que elas se tornem “uma coisa do passado”.
Ofertas
Por: R$ 89,90
Por: R$ 52,07
Por: R$ 298,00
Por: R$ 475,87
Por: R$ 235,28
Por: R$ 36,22
Por: R$ 549,00
Por: R$ 49,90
Por: R$ 549,00
Por: R$ 727,20
Por: R$ 27,81
Por: R$ 71,99
Por: R$ 178,49
Por: R$ 174,69
Por: R$ 198,99
Por: R$ 4.299,00
Por: R$ 203,92
Por: R$ 179,00
Por: R$ 209,90
Por: R$ 166,19
Em apresentação, Stamos diz que as senhas como conhecemos hoje surgiram dos múltiplos usuários em computadores mainframe dos anos 1970, mas elas não fazem mais sentido em 2015.
Contudo, como toda a indústria de tecnologia ainda quebra a cabeça para definir um padrão novo para segurança, Stamos não finge ter as respostas. Ele aponta que o grande problema é que na área de segurança não há a flexibilidade para experimentar novos métodos que permitam às pessoas falharem para saber o que funciona ou não. “Precisamos ser mais abertos para permitir que as pessoas avancem e testem novas opções e cometam erros sem que isso se torne um escândalo massivo”, ele diz.
Por enquanto, uma das possibilidades mais próximas da realidade é a biometria. Cada vez mais smartphones, tablets e laptops já contam com um leitor de impressões digitais e da íris ou tecnologia de reconhecimento facial que podem ser um novo começo para a autenticação.
Também há identificação em dois fatores, nos quais um outro dispositivo é usado para verificar que uma pessoa é quem ela diz que é, por meio de um código recebido no celular, por exemplo. Este método não elimina totalmente as senhas, mas já diminui sua importância. O Yahoo, no entanto, já chegou a implantar um acesso livre de senhas em seu serviço de e-mail.