Siga o Olhar Digital no Google Discover
Como uma das respostas aos ataques que deixaram mais de uma centena de pessoas mortas no mês passado, o governo francês discutirá mudanças na lei que possam enfraquecer as comunicações de grupos terroristas. Mas isso impactaria diretamente a vida de todos os internautas do país.
Ofertas
Por: R$ 36,21
Por: R$ 24,96
Por: R$ 9,90
Por: R$ 5,86
Por: R$ 113,70
Por: R$ 6,90
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 222,11
Uma reportagem do Le Monde revela que em 2016 serão apresentadas duas propostas ao parlamento da França relacionadas aos atentados de Paris. Uma delas consiste em autorizar o desligamento de todas as redes públicas de Wi-Fi em situações de emergência, pois elas podem ser usadas pelos responsáveis sem a possibilidade de rastreamento.
A outra ideia é “bloquear ou proibir comunicações da rede Tor” para sempre na França. TOR (the onion router) é uma rede global usada por todos os internautas que desejam se manter anônimos na rede. É por ela que se acessa a deep web, onde surgiram serviços como Wikileaks e Silk Road (saiba mais).
Como ressalta o Gizmodo, banir o Tor de um país não é tarefa simples, a China vem tentando isso há anos, bloqueando pontos de acesso, sem um resultado efetivo – porque sempre surgem pontos novos. Um caminho viável seria, por força de lei, exigir que os provedores informassem às autoridades quando seus clientes acessassem a rede para que eles pudessem ser processados; o Tor continuaria ativo, mas qualquer um que o acessasse teria de responder por ato criminoso.
As propostas ainda serão apresentadas ao parlamento e, segundo o Le Monde, leva algum tempo para que sejam postas em votação.