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De acordo com uma pesquisa da Harvard, os chamados e-cigarros, ou vaping, não são uma alternativa segura e saudável aos usuários como alegam os fabricantes.
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A pesquisa constatou que a maiorias dos e-cigarros contém substâncias químicas nocivas que podem causar doenças respiratórias e problemas nos pulmões, tornando a respiração mais difícil. A equipe fez o teste em 51 tipos e sabores de e-cigarros e modelos líquidos das marcas líderes, encontrando os compostos diacetil, acetoína ou 2,3-pentanodiona em 47 deles.
David Christiani, co-autor do projeto, disse que a maioria dos problemas dos e-cigarros já apresentados dizem a respeito da presença de nicotina, porém ainda há muito que não se sabe. O pesquisador fala que além de contem nicotina em diferentes níveis, os cigarros eletrônicos também contêm outras substâncias cancerígenas, como o formaldeído. O estudo também revelou que o consumo desse tipo de cigarro triplicou entre 2013 e 2014 entre jovens, passando de 660 mil para 2 milhões.