Siga o Olhar Digital no Google Discover
O palco Empreendedorismo da Campus Party Brasil 2016 recebeu na tarde desta quarta-feira, 27, uma conferência intitulada “Realidade virtual: por onde eu começo?”. Guilherme Campos, fundador e CEO da empresa de comunicação Bittcorp VR, cravou: estamos diante da maior revolução em termos de consumo de conteúdo desde o surgimento da televisão.
Ofertas
Por: R$ 4.460,93
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 155,44
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 222,11
Campos admite ser um entusiasta da tecnologia de realidade virtual. Publicitário de formação, ele já trabalhou em empresas como Mattel Inc., Globo e Legrand, além das agências Africa, FSB Comunicação, QG e Tagcom. “Quando você vai ao cinema ou assiste uma novela, por exemplo, seu cérebro trabalha para representar e conceituar o conteúdo. É um tipo de realidade completamente diferente do que acontecerá no futuro”, disse.
Para o profissional, que atua desenvolvendo aplicações e propostas comerciais para empresas usando realidade virtual, essa tecnologia será muito em breve parte integrante do nosso dia a dia. “Será que é a mesma coisa assistir Fórmula 1 na TV e assistir ‘dentro’ do carro da Ferrari ou da McLaren, por exemplo?”, diz o especialista.
Segundo Campos, alternativas de baixo custo como Cardboard – protótipo de óculos de realidade virtual de código aberto, feito a partir de papelão pelo Google – provam que a tecnologia tem espaço para se popularizar. E que, “ao contrário das TVs 3D”, de acordo com ele, aparelhos como o Oculus Rift e o Samsung Gear VR não se tornarão obsoletos com o teste do tempo.
A palestra ainda contou com a presença da 360 Vision, que trouxe duas de suas câmeras de 360 graus para gravar o evento e transformá-lo, posteriormente, em uma experiência de realidade virtual.