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Como parte de um acordo referente a duas ações judiciais conjuntas movidas por usuários do serviço, o Uber pagará um total de US$ 28,5 milhões a seus clientes dos Estados Unidos que usaram o serviço entre 1 de janeiro de 2013 e 31 de janeiro de 2016 (ao todo, mais de 25 milhões de pessoas).
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Os dois processos tinham como motivador a tarifa “safe ride” que o serviço cobra de seus usuários. Trata-se de um valor fixo que varia segundo o local, mas que, segundo a empresa, serve para cobrir despesas com a segurança da viagem, como educação de seus motoristas e investimentos em tecnologia.
Segundo as acusações, a empresa anunciava de maneira enganosa o seu serviço, ao dar a entender que ele era mais seguro que o deu seus concorrentes. A empresa continuará a cobrar a taxa, mas sob outro nome, e será probida de usar certas expressões como “safest ride on the road” (“a forma mais segura de viajar”) ao anunciar seu serviço, segundo o The Verge.
Alguns centavos
Como o número de usuários com direito a alguma forma de restituição por essa propaganda enganosa é muito grande, o valor a ser pago para cada um será pequeno. De acordo com o The Next Web, o valor a ser pago para cada cliente seria de cerca de US$ 0,82 (oitenta e dois centavos de dólar).
A empresa informou também que, assim que o juiz aprove o acordo, ela começará a enviar e-mails para os usuários com direito a essa restituição, informando-os sobre o caso e perguntando como eles prefeririam recebê-la. Ela poderá ser paga em crédito no aplicativo ou por cartão de crédito.