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Uma pesquisa realizada pela Ipsos sob solicitação da Reuters mostrou que 46% dos cidadãos dos Estados Unidos apoiam a posição da Apple contra o FBI na questão do destravamento do iPhone do atirador de San Bernardino. 35% eram contra a postura adotada pela empresa, e os demais preferiram não opinar.
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55% dos entrevistados disseram concordar parcial ou totalmente com a ideia de que, se a Apple desbloquear o iPhone sob intimidação do FBI, o governo usará sua habilidade de destravar smartphones para espiar os smartphones de seus cidadãos no futuro. 54% também concordaram que, se a Apple acatasse a decisão, isso deixaria os iPHones vulneráveis a cibercriminosos.
O levantamento entrevistou 1576 cidadãos dos EUA com idade maior de 18 anos entre os dias 19 e 23 de fevereiro. Ele também revelou que apenas uma minoria dos estadunidenses estaria toleraria a violação da privacidade de suas comunicações eletrônicas para impedir ameaças de segurança.
A pesquisa perguntou aos entrevistados se eles estariam dispostos a abrir mão da privacidade de seus smartphones, e-mails, mensagens de texto ou atividade de internet para ajudar a combater ameaças internas ou externas. Em todos os casos, no mínimo 69% dos respondentes disseram que não.
Contraste
Os resultados dessa pesquisa diferem dos dados obtidos por outro levantamento semelhante feito pelo Pew Research Center. Aquele estudo apontava que 51% dos cidadãos acreditavam que a Apple deveria se submeter à decisão do Departamento de Justiça e desbloquear o iPhone.
Segundo a Reuters, essa divergência pode ser explicada em parte pelo fato de que a pesquisa da Pew oferecia menos informações sobre as preocupações da Apple no caso. Além disso, ela citava explicitamente o destravamento do iPhone como “uma parte importante” da investigação do FBI.
Nas duas pesquisas, contudo, o apoio à Apple foi maior entre pessoas mais jovens. Na pesquisa da Ipsos, 64% das pessoas entre 19 e 39 anos disseram apoiar a empresa em sua decisão de não ase submeter à ordem judicial; entre pessoas mais velhas, essa porcentagem caiu para quase a metade.
Segundo Chris Jackson, pesquisador da Ipsos, os dados mostram uma desconfiança do povo estadunidense com relação à segurança de suas informações. “As pessoas são muito desconfiadas de tudo, mas os americanos confiam mais na Apple do que no governo em algumas questões”, disse.