Siga o Olhar Digital no Google Discover
No universo do filme “Matrix”, as máquinas simulam uma realidade virtual dentro da mente dos seres humanos por meio de sinais elétricos interpretados pelo cérebro. É o mesmo método que os humanos renegados usam para fazer o download de certas habilidades para suas versões digitais dentro da Matrix.
Ofertas
Por: R$ 37,92
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 349,90
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 205,91
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 7,60
Por: R$ 21,77
Por: R$ 16,63
Por: R$ 59,95
Por: R$ 7,20
Por: R$ 139,90
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
Assim, com uma descarga elétrica no cérebro, os personagens de “Matrix” aprendem instantaneamente a fazer qualquer coisa, como dirigir uma moto ou lutar kung-fu. Pois este é o objetivo de um projeto desenvolvido por cientistas do Laboratório HRL, nos EUA: usar eletrodos para estimular o cérebro das “cobaias” a aprender coisas novas mais rapidamente.
Atualmente, o sistema é testado em pilotos de avião. Segundo Matthew Phillips, líder da pesquisa, o método consiste em mapear o cérebro de um piloto especialista, com muitos anos de experiência, e entender como esse cérebro se comporta durante um voo. Com base nisso, os cientistas descobrem onde e como aplicar estímulos elétricos no cérebro de uma pessoa sem experiência para que ela desenvolva as mesmas habilidades.
“Quando você aprende alguma coisa, o seu cérebro muda fisicamente”, explica Phillips. “Conexões são realizadas e multiplicadas, em um processo chamado ‘neuroplasticidade’. O que acontece é que algumas funções do cérebro, como a fala e a memória, ficam localizadas em regiões bem específicas do cérebro, do tamanho do seu dedo mínimo. O que o nosso sistema faz é acionar essas mudanças em regiões específicas do cérebro enquanto você aprende.”
Com esse sistema, um aluno ainda sem experiência em pilotagem recebe pequenas descargas elétricas nas regiões do cérebro que o farão se comportar igual a um piloto experiente. Assim, o aluno pode aprimorar sua performance nessa tarefa e aprender a pilotar como um especialista em muito menos tempo do que o normal. Este mesmo método já foi usado anteriormente na recuperação de vítimas de acidente vascular cerebral (AVC).
Via HRL