Siga o Olhar Digital no Google Discover
Parece que não é só no Brasil que o Facebook enfrenta problemas com as autoridades. Um órgão regulador de serviços de comunicação da Alemanha deu início a uma investigação que tem como objetivo descobrir se a rede social de Mark Zuckerberg está operando no país como um cartel.
Ofertas
Por: R$ 4.519,90
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 155,44
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 222,11
Andreas Mundt, porta-voz do governo alemão, disse que há indícios de que o Facebook está infringindo as leis do país ao monopolizar uma fatia do mercado (neste caso, o publicitário), já que é dono de uma quantidade muito grande de dados e estatísticas de comportamentos de consumidores. O Bundeskartellamt, regulador de mercado alemão, é o principal condutor das investigações.
“Para serviços de internet financiados por publicidade, como o Facebook, dados de usuários são extremamente importantes”, disse Andreas em comunicado. “Por essa razão, é essencial examinar, sob o aspecto de abuso de poder de mercado, se os consumidores são suficientemente informados ou não sobre o tipo e a extensão dos dados que são coletados.”
O Bundeskartellamt diz estar trabalhando em conjunto com outras agências regulatórias na União Europeia, o que pode fazer com que o Facebook seja punido em multas, sanções ou até ordens de revogação de alguns serviços em diversos países da Europa, caso seja condenado. Em comunicado, a rede social disse estar “confiante de que compactua com a lei alemã” e que “espera poder cooperar com o governo no esclarecimento de qualquer questão”.
Outros problemas
Não é este o primeiro intempérie enfrentado pelo Facebook na Alemanha. No início desta semana, a empresa foi multada em 100 mil euros em um processo que a acusava de não informar seus usuários corretamente sobre a quem pertence o conteúdo que circula no feed de notícias. O presidente da divisão europeia da empresa também foi levado a um tribunal, em novembro do ano passado, por “permitir a circulação de posts racistas”.
Via The Next Web