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A cidade chinesa de Shenzhen lançou um projeto piloto para testar o rastreamento eletrônico de seus carros. Segundo a Reuters, 200 mil veículos da frota da cidade, entre caminhões de carga pesada e ônibus escolares, receberam identificações eletrônicas.
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A informação veio por meio de uma declaração da empresa estatal que desenvolveu a tecnologia. Caso o teste com esses 200 mil veículos seja considerado um sucesso, o projeto pode se expandir para incluir todos os veículos privados da cidade.
O objetivo do projeto, segundo a empresa, é aproveitar a informação coletada sobre o deslocamento dos carros para guiar políticas de planejamento urbano e trânsito. A identificação eletrônica também ajudaria a reduzir roubos de veículos e clonegam de placas.
Além disso, os carros com essa tecnologia podem usar radiofrequência para se comunicar com equipamentos de monitoramento de tráfico – permitindo a criação de semáforos inteligentes – e uns com os outros. Isso apontaria para uma possível expansão da frota de veículos autônomos da cidade, já que os carros teriam conhecimento da posição dos demais, e poderiam ser controlados por um escritório central.
Vigilância
Por outro lado, o projeto pode apontar também para uma medida invasiva do governo, já que a localização exata de todos os carros da cidade seria conhecida a todos os momentos. Como os carros seriam registrados eletronicamente sob o nome de seus condutores, isso também daria ao governo conhecimento da localização das pessoas a cada instante.
Essa medida também se soma a outras atitudes tomadas pelo governo após a entrada em vigor, em 1 de janeiro, de uma lei que expande suas capacidades de vigilância. Graças a ela, o governo chinês também está desenvolvendo uma plataforma de captura massiva de dados para prever crimes.