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Quando o recurso 3D foi anunciado, muita gente exaltou a novidade e a crítica especializada se animou com o futuro do cinema. Até mesmo a Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, contou com a transmissão de jogos em três dimensões. Menos de uma década depois, a tecnologia mostra que não empolgou como de fato prometia e começa a desaparecer do mercado por diversas razões.
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Com exceção a “Avatar” (2009), “Gravidade” (2013) e outros poucos filmes, Hollywood não se esforçou para produzir obras cinematográficas que fizesse jus ao recurso. A necessidade do uso de óculos, por vezes desconfortáveis, foi outro fator que contribuiu. Por fim, a chegada dos dispositivos de realidade virtual ao mercado em 2016 conclui os motivos que explicam a morte do 3D.
Assim, algumas fabricantes já admitem o fracasso. Samsung e Philips, por exemplo, afirmam que não planejam lançar Smart TVs com o recurso em 2016. À Forbes, representantes da empresa sul-coreana disseram que a decisão foi tomada devido à baixa demanda pelo componente. Em contrapartida, a companhia afirma estar investindo em técnicas de melhoria da qualidade da imagem.
Já a Philips foi mais direta: “O 3D está morto”. A declaração é do diretor de planejamento de produtos da companhia, Danny Track que ainda diz que “ninguém realimente quer televisões 3D”. Segundo o executivo, outro motivo para o abandono se deve ao fato de que a tecnologia dificulta a produção dos televisores.
Segunda maior fabricante de televisões do mundo, a LG continua apostando na reprodução tridimensional. No entanto, o principal lançamento da empresa, a B6 OLED 4K Smart TV não suporta o recurso. Mesmo sem admitir que o 3D está sendo deixado para trás, a empresa priorizou suas apostas na resolução 4K e em telas mais modernas.
Enquanto isso, a Sony e a Panasonic ainda enxergam futuro na tecnologia, sendo que a primeira aposta de forma insere o componente de forma cautelosa em poucos lançamentos e somente nos modelos mais robustos e com preços salgados. Já a Panasonic, por sua vez, acaba se tornando a principal empresa fabricante de televisões 3D já que, pelo menos por enquanto, não abdicou do recurso.