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O professor Takao Someya da Universidade de Tóquio criou, junto com uma equipe de pesquisadores, uma “pele eletrônica” capaz de ser sobreposta ou colada à pele de usuários por meio de adesivos. Ela pode ser usada para mostrar informações, e possui apenas 3 micrômetros (3 milésimos de milimetro) de espessura.
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A tecnologia tem aparência à de papel filme usado para embrulhar comida, mas é mais flexível e durável de forma a não rasgar com tanta facilidade. A criação de Someya e sua equipe possui um display de LED de sete segmentos, que pode ser usado para mostrar um dígito numeral na pele do usuário, conforme o vídeo abaixo ilustra:
De acordo com o New Scientist, mesmo mostrando apenas um dígito por vez, o display já é útil, por exemplo, para mostrar a pulsação ou oxigenação de atletas ou pacientes hospitalares. Ainda assim, Someya pretende seguir desenvolvendo a tecnologia de forma a criar displays mais detalhados e capazes de mostrar mais informações.
“Um pedreiro ou eletricista poderá ter a planta do edifício ou os diagramas elétricos das instalações mostrados na própria pele sem precisar carregar dispositivos pesados”, espera o professor. Ele ainda imagina que dispositivos ultra-finos e vestíveis na pele, como esse, poderão eventualmente substituir smartphones.