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O site especializado em desmontar e consertar aparelhos eletrônicos iFixit realizou um desmonte do novo MacBook (que já está sendo vendido no Brasil por até R$ 15 mil). Durante o processo, o site descobriu que os parafusos de dentro do dispositivo são revestidos com uma substância que se desintegra quando eles são removidos, tornando evidente que o usuário desmontou o aparelho.
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A medida parece ser um esforço da Apple para evitar que seus usuários tentem consertar os seus dispositivos sem enviá-los para a assistência técnica. Assim como acontece com aparelhos de diversas outras marcas, os dispositivos da Apple perdem a garantia se o usuário tentar abrí-los.
Embora esse tipo de prática seja comum nos produtos de outras empresas – geralmente elas colocam adesivos sobre os parafusos – a Apple até então não havia feito nada semelhante. A empresa, contudo, utiliza frequentemente parafusos incomuns, de três ou cinco pontas, para dificultar propositalmente o acesso às partes internas de seus produtos. Esses foram alguns dos motivos que levaram o MacBook a receber a nota mínima em reparabilidade segundo o site. Esse novo MacBook também teve nota mínima.

MacBook por dentro
Tirando esse detalhe dos parafusos, o novo MacBook é bastante semelhante ao anterior. Assim como o de 2015, o MacBook 2016 também tem boa parte de seus componentes, como processador, memória flash e memória RAM, soldados diretamente na placa-mãe, de forma que não é possível acrescentar mais memória RAM ou armazenamento aos aparelhos.
Outros aspectos do design que o site havia julgado negativamente na versão anterior do MacBook também estão devolta nesta versão. Mais especificamente, a bateria ainda é colada ao fundo do aparelho, sendo desnecessariamente difícil de se substituir. A tela, por sua vez, ainda é composta por uma única peça fundida sem vidro de proteção, o que torna o seu reparo extremamente caro.
Uma das poucas diferenças é a bateria, que é cerca de 4% maior. A empresa promete uma duração consideravelmente maior da bateria desse novo MacBook, o que levou os técnicos do iFixit a especular que o aumento da vida útil se deve a uma melhoria na parte química da bateria.