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Os pesquisadores da canadense Queen’s University criaram um dos smartphones mais interessantes dos últimos tempos: o HoloFlex. O nome já entrega: ele tem um corpo flexível e um display holográfico, e é diferente de tudo que já foi feito.
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Em vez de recorrer a um painel 3D convencional, que cria uma imagem para cada olho para dar uma sensação de profundidade, o HoloFlex recorre a uma outra técnica. Ele usa camadas de pequenas lentes que dispersam a luz em direções diferentes, o que permite que que várias pessoas tenham a sensação do 3D mesmo olhando de posições diferentes. O resultado é que o aparelho lembra um pouco os tazos holográficos, tão populares nos anos 1990.
O fato de ser flexível também é importante. O modelo experimental mostra que entortar o aparelho funciona como um comando para o aparelho, permitindo interagir com o que está na tela. No exemplo, o laboratório mostra como é possível fazer um objeto em primeiro plano se aproximar de outro, que está mais afastado.
Há uma barreira que impede que o aparelho seja comercialmente viável, e, se você assistiu ao vídeo, já percebeu qual é. O dispositivo traz um painel de resolução 1920×1080, mas após a dispersão das lentes, o usuário vê apenas a imagem em 160×104, o que simplesmente não é aceitável nem para os smartphones mais baratos. Isso significa que ainda deve demorar para que algo assim seja aplicado a um produto real. Talvez quando as telas chegarem ao 16K?