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A Microsoft entrou no seleto grupo de empresas que chegaram à marca de 1 trilhão de dólares faturados em toda a sua existência. É o que afirma o consultor Jeff Reiman, que divulgou a planilha afirmando que a marca foi alcançada no último trimestre.
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O dado foi observado graças a uma pesquisa que analisava o impacto dos benefícios fiscais oferecidos à empresa pelo estado de Washington, nos Estados Unidos, e para isso foi necessário levar a arrecadação da companhia em toda a sua história, iniciada em 1975.
A planilha é interessante, e mostra a evolução dos negócios da Microsoft, de uma empresinha com faturamento inferior à dezena de milhões por ano até o megaconglomerado que é hoje, que consegue levantar mais de US$ 80 bilhões no mesmo período.
Outra empresa que já chegou a esta marca é a rival Apple. O estudo mostra que a empresa chegou ao seu primeiro trilhão em 2015, e já está caminhando a passos firmes para o segundo, já tendo arrecadado US$ 1,3 trilhão. A marca do segundo trilhão deve ser superada em pouco tempo, visto que no ano passado a empresa faturou um total de US$ 234 bilhões; neste ritmo, a marca será batida em, no máximo, cinco anos.

Apesar de ter sido deixada para trás em relação a receitas, a Microsoft ainda tem, historicamente, mais lucros do que a concorrente Apple. Desde 1975, os lucros da Microsoft acumulam US$ 265,2 bilhões, contra US$ 261,6 bilhões da Apple.
A diferença entre as contas das duas empresas é fácil de explicar. A Microsoft vende software, que é algo geralmente mais barato do que hardware, que é o produto da Apple. Assim, as receitas da Apple tendem a ser maiores do que da Microsoft. No entanto, os custos de produção de software são mais baixos do que a montagem de computadores e celulares, fazendo com que o negócio da Microsoft seja mais lucrativo.

O Google, por sua vez, é uma empresa muito mais jovem que não arranha o acumulado pelas suas duas concorrentes. Desde 1998, a empresa de buscas arrecadou US$ 417,3 bilhões, acumulando um lucro de US$ 96,27 bilhões.