Siga o Olhar Digital no Google Discover
O WhatsApp tem afirmado repetidamente que não tem como acessar as conversas dos seus usuários, mas isso não impediu a Justiça do Rio de bloqueá-lo pela terceira vez no país. Para o criador do sistema de segurança do aplicativo, isso pode ser fruto de ignorância por parte das autoridades.
Ofertas
Por: R$ 36,21
Por: R$ 24,96
Por: R$ 9,90
Por: R$ 5,86
Por: R$ 113,70
Por: R$ 6,90
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
“Parece que, no Brasil, o juiz e os agentes da lei apenas não entendem como isso funciona e não há nada que o WhatsApp possa fazer”, afirmou o homem, em entrevista ao Globo ainda no segundo bloqueio do aplicativo, ocorrido em maio por uma decisão do juiz Marcel Montalvão, da comarca de Lagarto (SE).
O especialista se identifica como Moxie Marlinspike, embora este não seja seu nome verdadeiro (ele também não divulga a idade). O que se sabe é que Moxie fundou a Open Whisper Systems, empresa que ajudou o WhatsApp a implementar um sistema de criptografia ponta a ponta. E foi por irritar governos pelo mundo que o desenvolvedor tem tanto cuidado com a própria identidade.
Moxie explicou ao jornal carioca que o esquema de segurança do WhatsApp impede que qualquer um que não seja o destinatário das mensagens veja o conteúdo das conversas. “Nem o WhatsApp, nem um hacker que ataque o WhatsApp, nem governos, nem operadoras de telefonia.”
Sobre o Brasil, ele é enfático: “Eles podem bloquear o WhatsApp pelo tempo que quiserem que o WhatsApp não vai poder fornecer informações que eles não têm.”
Vale lembrar que em uma entrevista realizada na época do segundo bloqueio com Matt Steinfeld, diretor de comunicação do aplicativo, o Olhar Digital apurou que o WhatsApp não armazena o conteúdo das mensagens. Dessa forma, seria impossível para a empresa atender ao pedido de liberar informações das conversas.
“Não podemos oferecer informações que nós simplesmente não temos”, disse Steinfeld.