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O designer de automóveis Rajshekhar Dass mostrou recentemente ao ReadWrite o seu projeto para o Mazda Audric. A criação, caso viesse a ser desenvolvida, seria o primeiro carro autônomo pensado para ter como motoristas pessoas paraplégicas ou tetraplégicas.
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De acordo com Dass, o automóvel seria capaz de se comunicar com seu motorista por meio de reconhecimento facial e de gestos, além de algum tipo de interface de ondas cerebrais. O assento do motorista ainda seria equipado com diversos sensores capazes de detectar pequenas mudanças em sua postura ou na distribuição de peso de seu corpo.
Por esses meios, o motorista conseguiria comunicar suas intenções ao carro. Com o tempo, no entanto, sistemas de inteligência artificial conectados aos diversos sensores do automóvel poderiam aprender a interpretar os gestos do motorista. Por exemplo: se o carro percebesse o motorista inclinando a cabeça durante uma curva, ele poderia fazer a curva mais fechada. A ideia de Dass é que, com o tempo, o motorista fosse ganhando mais controle sobre o veículo.

Inspiração
Segundo Dass, a inspiração para criar um carro desse tipo veio de uma pessoa: Sam Schmidt, um ex-piloto da Fórmula Indy que ficou paraplégico após um acidente em 2000. Schmidt queria voltar às pistas mas, por conta de sua condição, se envolveu com a corrida apenas como dono de equipe. A ideia de Dass era criar uma maneira para que pessoas com essas deficiências físicas também pudessem aproveitar o prazer de dirigir.
Para Dass, o desenvolvimento de tecnologias como reconhecimento de ondas cerebrais e inteligência artificial deve contribuir para aproximar seu projeto da realidade. De fato, em anos recentes, a leitura de ondas cerebrais vem sendo alvo de grandes investimentos de pesquisa, e embora ainda não permita controlar carros de verdade, já permite controlar autoramas.

A inteligência artificial, por sua vez, também deve se desenvolver em alguns anos até o ponto que Dass imagina. O veículo ainda poderia usar realidade aumentada para mostrar informações para seu motorista de maneira mais intuitiva no painel.
Toda essa tecnologia seria complementada ainda por um design voltado para cadeirantes. O motorista entraria no carro pela parte de trás, por exemplo, e a ideia é que sua cadeira de rodas pudesse se encaixar no painel do veículo, transformando-se no próprio assento.